MOIRA ESCORSE PSICÓLOGA
Acompanho pessoas que atravessam momentos de mudança, sofrimento ou busca de sentido. Meu trabalho integra psicoterapia, simbolismo e uma escuta profunda para que cada pessoa possa compreender sua história, ampliar sua consciência e construir uma vida mais coerente consigo mesma.
Também realizo leituras simbólicas de aura e oráculos como recursos de reflexão e autoconhecimento, respeitando a singularidade e a experiência de cada pessoa.
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Psicóloga clínica de orientação junguiana | Professora universitária

MEU TRABALHO
Sensibilidade, escuta intui(a)tiva e simbologias
Acredito que a Psicologia é um encontro entre conhecimento, presença e humanidade.
Sou psicóloga clínica de orientação junguiana, professora universitária e pesquisadora dos processos de transformação humana. Minha trajetória sempre foi atravessada pelo interesse em compreender como construímos sentido para nossas vidas, especialmente nos momentos em que tudo parece precisar mudar.
Tenho profundo interesse pela Psicologia Analítica, pelos sonhos, pelos símbolos, pelas mitologias e pelas formas como a cultura, o corpo, as relações e a espiritualidade atravessam nossa experiência de existir.
Minha prática também dialoga com leituras simbólicas, oráculos e percepção intuitiva, compreendidas como instrumentos de ampliação da consciência e nunca como substitutos do processo terapêutico.
Meu compromisso é oferecer um espaço ético, acolhedor e profundo para que cada pessoa possa encontrar seu próprio caminho.
Também queria contar uma história que me ajudou a perceber como as pessoas me veem, mas do que falar só palavras bonitas sobre mim mesma: em 2019 fiz um curso no Itaú Cultural sobre comunidade surda. Nunca tinha experiência com a população surda, mas logo descobri que você ganha um sinal, em libras, para simplificar sua identidade e seu nome. Eis que tava na roda de pessoas ouvintes e não ouvintes, uma mulher e um cara surdo ficaram me olhando, pra reconhecer algo que fosse bem meu e me dar o sinal. Os dois se entreolharam e sinalizaram a bochecha. Achei fofo, afinal eu tenho uma bochecha saliente. Mas a tradutora de libras que estava ao meu lado e também do deles comentou que era sobre meu sorriso. Porque eu era alguém sorridente e que desde o começo do curso sorria pra todo mundo, e eu fazia isso antes mesmo de me comunicar com a fala. Me emocionei e apertei o sorriso segurando a lágrima.
Como nossa presença comunica antes mesmo da gente intencionalmente mostrar algo. E como esse outro nos percebe. As vezes penso que tem algo de nossa essência que se manifesta mesmo quando não sabemos e que as pessoas reconhecem. Como o autoconhecimento pode ser auto reconhecimento a partir das outras pessoas, afinal nunca nos fazemos sozinhos.
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